Diversidade é respeitar as pessoas com as suas peculiaridades e não do jeito que queremos moldá-las, ser humano não tem molde...
terça-feira, 18 de setembro de 2012
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Ser diferente é normal
Existem ainda muitas pedras no meio do caminho para se concluir a inclusão nas escolas, e neste caso podemos lembrar uma frase de Fernando Pessoa:
"Pedras no caminho... guardo todas... Um dia vou construir um castelo"
Quantas vezes ao observarmos uma família ou uma professora em contato com um indivíduo com deficiências cognitivas, ouvimos a célebre frase: "Não sei por que ensinar, pois ele não aprende nada". Nós, que raciocinamos no paradigma espírita das múltiplas existências, não podemos nos deixar levar por essa idéia. O fato é que aquele espírito nem sempre foi assim e nem sempre será e se ele reencarnou com essas dificuldades é devido a uma necessidade de superação que ele tem para essa existência, ainda que seja curta. Como negar a ferramenta que é o espiritismo para o progresso e compreensão da vida para esse espírito. A compreensão destas verdades poderá aliviar a sua revolta ou mesmo fazer de suas reflexões, em espírito, salutares para as próximas encarnações. Como privar este indivíduo do convívio social, única forma de crescimento apresentada pelos espíritos quando rechaçam o isolamento em O Livro dos Espíritos1. Como privar os outros da convivência com alguém só por que este outro é um pouco diferente. Se não convivermos nos ambientes comuns, como esperar que sejam rompidos esses muros de separação entre os indivíduos com alguma deficiência, que vem de séculos. Colecionamos vários casos na literatura pedagógica5 de pais que exigiram a saída do aluno com necessidades especiais da escola regular por medo e incompreensão. Apesar deste convívio ser amparado por lei, a questão transcende, pois nenhuma lei irá convencer as pessoas desse entendimento.Marcus Vinicius de Azevedo Braga
Para o Espiritismo Crianças especiais são Espíritos encarnados em situação de prova ou expiação, conforme nos ensina O Livrodos Espíritos , pergs. 367-378, ou em missão, como podemos ver em O Evangelho segundo o Espiritismo , cap.VII, Instrução dos Espíritos, item 13.Elas precisam reencarnar e conviver em sociedade para completarem suas habilidades conosco. O Livro dosEspíritos , perg. 768
Quando todos os homens compreenderem o Espiritismo, compreenderão também a verdadeira solidariedade e, conseguintemente,a verdadeira fraternidade.´(Allan Kardec -Obras Póstumas)Elaine
domingo, 12 de agosto de 2012
Síndrome de West
Histórico
Em 1841, West em uma carta dramática ao editor do " The Lancet" , apresentou o problema de seu filho com espasmos em flexão que se repetiam diariamente em ataques de 10 a 20 contrações que levaram a criança a um retardo mental, apesar de todos os tratamentos usados e possíveis para aquela época.Esta síndrome neurológica foi descrita pela primeira vez em 1949 por Vasquez y Turner para sociedade Argentina de Pediatria, com dez casos de uma "nova síndrome" que apresentavam crises nos lactantes, com alterações específicas no traçado eletroencefalográfico (EEG), estando associadas à deterioração mental, as quais propuseram chamar Epilepsia em Flexão.
Em 1952, os autores Gibbs e Gibbs criaram o termo Hipsarritmia (hypos= altura e rhytmos= ritmo) para o registro EEG destes pacientes, o que passou a caracterizar a maioria das descrições desta síndrome. Portanto, trata-se de uma entidade eletroclínica caracterizada por espasmos quase sempre em flexão e por um traçado EEG típico denominado hipsarritmia ou disritmia maior lenta. As crises clínicas têm recebido outras denominações: espasmos saudatórios , espasmo infantil, massive jerks, Blitz und NichtKrampf, tic de salaam e pequeno mal propulsivo.
Causas
A Síndrome de West pode ser dividida em dois grupos, com relação à causa: o criptogênio (quando a causa é desconhecida), onde o lactente é normal até os inícios dos espasmos, sem qualquer lesão cerebral detectável; e o grupo sintomático (de causa conhecida), onde há prévio desenvolvimento neuropsicomotor anormal, alterações ao exame neurológico e/ou lesões cerebrais identificadas por exames de imagem (tomografia computadorizada, ressonância magnética, etc). Em 1991, foi proposta a hipótese da existência de uma forma idiopática, com evolução benigna no tratamento em curto prazo.Em aproximadamente 80% dos casos a síndrome de West é secundária, o que vale dizer que depende de uma lesão cerebral orgânica. Em muitos casos é possível determinar a etiologia da síndrome: encefalites a vírus, anoxia neonatal, traumatismo de parto, toxoplasmose, Síndrome de Aicardi, Esclerose Tuberosa de Bourneville. Na presença da Síndrome de West, uma exaustiva investigação deve ser feita: TC ou RNM, teste de testagem de erros inatos do metabolismo. Outro tipo de crises, além dos espasmos, pode estar também associado.
Incidência
Inicia-se quase sempre no primeiro ano de vida , principalmente entre os 4 e 7 meses de idade. O sexo masculino é o mais afetado, na proporção de 2 para 1[1] .
Aspectos eletroencefalográficos
As características principais e um registro de EEG com hipsarritmia são:- Desorganização marcante e constante da atividade basal;
- Elevada amplitude dos potenciais;
- Ondas lentas delta de voltagem muito elevada ("ondas em montanhas");
- Períodos (salvas), habitualmente breves, de poliondas e polipontas onda;
- Período de atenuação da voltagem que, em alguns casos, parece chegar a silêncio elétrico.
Quadro clínico
A síndrome de West consiste numa tríade de sinais clínicos e eletroencefalográficos atraso do desenvolvimento, espasmos infantis e traçado eletroencefalográfico com padrão de hipsarritmia. As crises são traduzidas por espasmos ou uma salva de espasmos com seguintes características flexão súbita da cabeça, com abdução dos membros superiores e flexão da pernas (espasmos mioclônico maciço) é comum a emissão de um grito por ocasião do espasmo.Cada crise dura em média alguns segundos . As vezes as crises são representadas apenas por extensão da cabeça (tique de salaam ou "espasmo saudatório"). As crises são frequentes particularmente durante a vigília, podendo chegar até a centena ou mais por dia.
As contrações são breves, maciças, simétricas, levando-se os membros superiores para frente e para fora e flexionando os músculos o abdômen. São crianças hipotônicas. Em princípio, o diagnóstico não é fácil, sendo os espasmos confundidos com cólicas ou com reflexo de Moro. Outra manifestação importante é o retardo mental que, em boa parcela dos casos, pode ser evitado pelo tratamento precoce do quadro. Diz-se que as alterações e características clínicas e evolutivas desta síndrome dependem das condições prévias do SNC do lactante antes dos surgimentos das crises. Com a maturação da criança , em geral as crises diminuem e desaparecem por volta do quarto ou quinto ano de vida.
Evolução, complicação e prognóstico
Quase sempre é uma perda de cunho neuropsíquico para criança afetada, esta perda está na dependência da precocidade de diagnóstico e da intervenção aplicada. A hipsarritmia pode desaparecer ou se transformar no decorrer do tempo. A criança apresenta sérias complicações respiratórias, devido aos frequentes espasmos, deformidades , principalmente de membros superiores e membros inferiores. Pode ocorrer subluxação do quadril.Há possibilidade de remissão total de espasmos infantis considerados criptogéticos, mas não há confirmação científica de remissão definitiva para os casos mais graves associados a outras condições ou patologias neurológicas.
Crianças apresentam sinais e sintomas de dano cerebral podem vir a apresentar um quadro de déficit intelectual a posterior, elas devem ser precocemente estimuladas para diminuir a seu grau de compartimento intelectual e psíquico.
Têm sido assinalados os casos em que o desenvolvimento é normal. Vários autores têm discutido uma associação entre a hipsarritmia e psicose ou entre hipsarritmia e autismo. A deteriorização do desenvolvimento neuropsicomotor está presente em 95 % dos casos. O melhor prognóstico ocorre nos 5% dos casos que permanecem com desenvolvimento mental.
O prognóstico, mesmo nos casos tratados precocemente, permanece reservado, observando-se em 90% dos casos a presença de deficiência mental. Distúrbios psiquiátricos são frequentes. Outras síndromes epiléticas podem surgir, sendo que 50-60% dos casos evoluem para síndrome Lennox-Gastaut, epilepsia multifocal ou epilepsia parcial secundariamente generalizada.
Tratamento
Tratamento clínico
Há uma grande melhora dos espasmos infantis com uso intensivo do ACTH (hormônio adrenocorticotrófico ) em suas apresentações injetáveis como: ACTHAR (Corticotrophin) da Rhône Poulenc Rorer Pharmaceutical inc ou a sua forma de H.P.ACTHAR Gel (Repository Corticotrophin injection).Dizemos que este tratamento pode ser heroico e interromper o quadro convulsivo, porém só deve ser utilizado sob rigoroso controle médico e monitoramento cardiopediátrico, já que os corticoides não agem apenas no SNC, mas todo o organismo da criança, inclusive em seu sistema imunológico. Segundo os autores Zajerman e Medina somente se utiliza esta medicação em casos de Síndrome de West considerados criptogênicos, e não em espasmos infantis resultantes de lesões cerebrais, por exemplo.
Há casos em que a resposta terapêutica pode aparecer em até 48 ou 72 horas após aplicação de uma primeira dose do ACTH, podendo haver uma possibilidade de recidiva de crises nos casos considerados mais graves na dependência da precocidade do diagnóstico e da extensão e gravidade da lesão cerebral associada.
Outros anticonvulsivantes têm sido utilizados, isoladamente ou em combinação nos casos de espasmo infantis, como o Clonazepam, a lamotrigina, o Ácido Valpróico, o Fenobarbital e o Vigabatrin.
Tratamento fisioterapêutico
O tratamento fisioterapêutico tem como objetivo principal tratar as sequelas ou tentar diminuí-las o máximo possível. Como as complicações respiratórias existentes, deve-se fazer fisioterapia respiratória.Outro objetivo é tentar-se evitar as deformidades que surgem ou amenizá-las, fazendo-se mobilização passiva e alongamentos. Devido a hipotonia é preciso que se fortaleça os músculos responsáveis pela respiração.
Objetivos:
- Equilíbrio da cabeça
- Equilíbrio do tronco
Em todo paciente com Síndrome de West precisa-se trabalhar primeiramente extensão de cabeça e de tronco, para que depois, então a criança seja estimulada a começar a rolar, arrastar, engatinhar, sentar, .. .Não podemos querer que ela engatinhe, sem que ela consiga fazer extensão cervical. O tratamento deve ser feito seguindo as etapas de evolução, de maturação da criança.
Os exercícios fisioterápicos devem obedecer as escalas de maturação. Tendo isso em mente, o fisioterapeuta pode inovar e criar novas maneiras de serem realizados de duas formas: Utilizando a bola coloca-se a criança em DV apoiado com cotovelo em cima da bola, e chama-se a atenção da mesma com um objeto a sua frente.
Deitado no chão, também com um brinquedo à frente.
É importante saber que o tratamento da síndrome de West é igual ao tratamento proposto a criança portadora de paralisia cerebral.
Hidroterapia
Durante a terapia em piscina, o calor da água ajuda a aliviar a espasticidade, mesmo que o alívio seja temporário. Entretanto, a medida que a espasticidade diminui, movimentos passivos podem ser administrados em maior amplitude com menor desconforto para o paciente. Deste modo a amplitude articular pode ser mantida.
Os movimentos passivos devem ser efetuados lentamente e ritmicamente, começando com o tronco e articulações proximais, gradualmente incluindo as articulações distais. Os movimentos devem a princípio ser de natureza oscilatória e a seguir de natureza rotatória. O tronco e os membros devem ser movidos em padrões de movimento com inibição reflexa. O paciente deve respirar profundamente e calmamente, e o momento do estendimento máximo deve coincidir com a expiração. A principal dificuldade em obter uma fixação estável para ambos os pacientes e o terapeuta. Em alguns casos pode ser necessário um segundo fisioterapeuta para ajudar.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O CFN em estudo
DIVERSIDADE / AEE
As escolas deveriam entender mais de seres humanos e de amor do que de conteúdos e técnicas educativas. Elas têm contribuído em demasia para a construção de neuróticos por não entenderem de amor, de sonhos, de fantasias, de símbolos e de dores”.
CLÁUDIO SALTINI
terça-feira, 31 de julho de 2012
A equipe da Educação Inclusiva/Especial
Deize/Cenilda/Elaine/Izilda
CAPACITAÇÃO SOBRE O CURRICULO FUNCIONAL NATURAL
Conceito
É uma metodologia de ensino que visa à melhoria da qualidade de vida diária dos nossos educandos. Trata-se de um empreendimento de ensino projetado para oferecer oportunidades para nossos jovens aprenderem naturalmente habilidades que são importantes para torná-los mais independentes, produtivos e felizes em diversas áreas importantes da vida humana em família e em comunidade.
O Currículo Funcional vem ao encontro das necessidades dos educandos, a fim de que possam construir sua cidadania e se tornarem indivíduos produtivos e participativos do processo de desenvolvimento pessoal e familiar.
Objetivos
• Proporcionar atividades educativas para o desenvolvimento de habilidades funcionais e conhecimentos que serão importantes para tornar os alunos com NEE independentes e produtivos, conforme suas possibilidades na sua vida escolar, familiar e social.
• Educar, ensinar e instruir para a vida prática, proporcionando o desenvolvimento de comportamento e atitude adequados para o convívio social. Oportunizando a vivência das tarefas do cotidiano no ambiente
escolar, melhorando assim a sua qualidade de vida.
Metodologia
Para determinar se uma atividade curricular é funcional ou não, o professor deve se perguntar: caso o aluno não aprenda a desempenhar esta atividade, alguém terá que fazer isto, para ele? Se a resposta for sim, a atividade muito provavelmente será funcional (FALVEY, 1982). O Currículo Funcional é uma proposta que aponta caminhos para o aluno, à sua maneira e com o auxilio da família e de professores, tenha participação social e melhor autogestão na vida. Para atingir as metas no Currículo Funcional, torna-se
importante a participação da família e à interação amistosa entre o professor e o aluno que são os agentes do processo ensino-aprendizagem.
Para elaborar e implementar um empreendimento de ensino funcional é importante organizar o ensino e refletir cuidadosamente sobre o seu planejamento. Um elemento desse planejamento é um programa educacional individualizado, baseado em necessidades atuais e futuras do aluno. Nesse programa de ensino, os objetivos são identificados a partir do contexto de vida do aluno e das informações sobre o conhecimento e habilidades que ele tem, bem como sobre aqueles que deverá aprender.
Considerações importantes:
Hoje na educação especial é de suma importância ressaltar a Declaração de Salamanca, elaborada em 1994, onde se encontra expresso o princípio de integração e a preocupação com a garantia de escolas para todos.
No artigo 7º da mesma Declaração, lê-se a seguinte afirmação: O princípio fundamental da escola inclusiva é o de que todas as crianças devem aprender juntas, sempre que possível independente de quaisquer
dificuldades que elas possam ter. Escolas inclusivas devem reconhecer e responder às necessidades diversas de seus alunos, acomodando ambos estilos e ritmos de aprendizagem a assegurando uma educação de qualidade a todos através de um currículo apropriado arranjos organizacionais, estratégias de ensino, uso de recursos e parcerias com as comunidades. (1994)
As adaptações curriculares visam adequar o currículo às necessidades especiais dos alunos; de modo a possibilitar o atingimento dos objetivos definidos para cada etapa educativa.
Essas adaptações curriculares que visam o acesso à aprendizagem podem incluir, segundo Manjón e Col. (1997):
• A criação de ambiente físico e material adequado às necessidades educacionais do aluno;
• A melhoria dos níveis de comunicação com os adultos e com os colegas;
• A adequação dos métodos, técnicas e procedimentos didático-pedagógicos para a aprendizagem e a sua integração social;
• A colocação do aluno nos grupos que favorecem a sua aprendizagem e a sua integração social;
• A organização do ambiente da sala de aula e das atividades de modo acessível a todos os alunos, inclusive aos que apresentem necessidades especiais;
• A introdução de atividades complementares ou substitutivas para o aluno alcançar os objetivos dos demais colegas;
• A supressão de atividades e objetivos educacionais que não estão ao alcance do aluno em decorrência de suas limitações ou que impeçam sua participação ativa no grupo;
• A substituição de objetivos e atividades por objetivos acessíveis, significativos e básicos para o aluno;
• A adaptação do tempo e dos critérios para o cumprimento dos objetivos, o desenvolvimento dos conteúdos e a realização do processo avaliatório.
GONZÁLES (2002) destaca a necessidade de um currículo em que a flexibilidade, a abertura, a autonomia e a adequação configuram-se como os seus aspectos definidores.Um currículo delineado por essas características deverá:
1. Contemplar as necessidades educativas dos alunos;
2. Dar atenção à diversidade na aula;
3. Estimular a heterogeneidade;
4. Favorecer a individualização e a socialização do ensino;
5 .Potencializar processos de colaboração reflexiva entre os profissionais;
6. Desenvolver intervenções pedagógicas para os alunos com necessidades
educativas especiais em uma dimensão mais cognitiva;
7 .Adaptar o currículo às necessidades educativas dos alunos.
De acordo com Le blanc (1992), um currículo desenhado para desenvolver ao máximo as potencialidades de uma pessoa de necessidades educativas especiais deveria ser um conjunto dos objetivos a ensinar e procedimentos de como ensinar.
LEBLANC, J. M. El Curriculum Funcional en la educación de la persona con retardo mental.
Capacitação sobre o Curriculo Funcional Natural da Escola Estadual Professora Elza de Oliveira Lage.
Professoras responsáveis: Deize,Cenilda, Elaine e Izilda.31/07/2012
O OBJETIVO PRINCIPAL É DESENVOLVER COMPETÊNCIAS E HABILIDADES EM VIDA PRÁTICA , TAIS COMO: INTERAÇÃO SOCIAL, TOMADA DE DECISÕES , O AUTO CONHECIMENTO, O APRENDER A APRENDER E AS HABILIDADES MOTORAS. Elaine
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Escola de tijolinhos...
Pedagogia das Diferenças.O que é?
É educar o cidadão para a vida; é construir uma Escola Inclusiva com tijolinhos de amor, de afeto, de conhecimento e de empatia.
É a Pedagogia do aprender a aprender , do bem fazer, é a da felicidade porque ao mesmo tempo que se ensina, faz alguém feliz. (Elaine)
terça-feira, 17 de julho de 2012
A prática do AEE
Rosimar - atividade de modelagem da Poesia : A bailarina - Cecília Meireles
Márcio - Adora montar quebra-cabeça de várias peças com muita concentração e atento aos mínimos detalhes.
Duas atividades diferenciadas num mesmo atendimento.
- Declaração Mundial de Educação para Todos e Declaração de Salamanca.
O Brasil fez opção pela construção de um sistema educacional inclusivo ao concordar com a Declaração Mundial de Educação para Todos, firmada em Jomtien, na Tailândia, em 1990, e ao mostrar consonância com os postulados produzidos em Salamanca (Espanha, 1994) na Conferência Mundial sobre Necessidades Educacionais Especiais: Acesso e Qualidade.
“... que todas as crianças, sempre que possível, possam aprender juntas, independentemente de suas dificuldades e diferenças... as crianças com necessidades educacionais especiais devem receber todo apoio adicional necessário para garantir uma educação eficaz”. “...
“todas as crianças, de ambos os sexos, têm direito fundamental à educação e que a ela deva ser dada a oportunidade de obter e manter nível aceitável de conhecimento”;
“cada criança tem características, interesses, capacidades e necessidades de aprendizagem que lhe são próprios”; (pequenos trechos da Declaração de Salamanca)
Brincadeirinha de quadrilha no AEE (Atendimento Educacional Especializado)
Elaine
Não há ventos favoráveis para quem não sabe para onde navega.(Sêneca)
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